terça-feira, janeiro 20, 2009
segunda-feira, janeiro 19, 2009
Divulgação CERVAS
O CERVAS (Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens) inicia o ano de 2009 com diversas actividades nos meses de Janeiro e Fevereiro, entre as quais se destacam as seguintes:
22 de Janeiro, 5ª feira
Libertação de um Grifo (Gyps fulvus)
10h00, Malcata
24 de Janeiro, Sábado
Saída de Campo - Observação de aves: "As aves da Floresta"
Ponto de encontro: 8h00, Curral do Negro (Gouveia)
(cartaz em anexo)
Toda a informação em www.aldeia.org
29 de Janeiro, 5ª Feira
Libertação de uma Águia-de-asa-redonda (Buteo buteo)
Ponto de encontro: 14h30, Largo em frente à sede da Associação Cultural e Desportiva do Pereiro (Anadia)
Colaboração: Câmara Municipal de Anadia, SEPNA-GNR.
Apoio: Vinícola Castelar, Lda.
6, 7 e 8 de Fevereiro, 6ª feira a Domingo
Stand de divulgação do CERVAS na Feira do Campo e da Caça - Serra da Estrela
(inclui libertação de uma Águia-de-asa-redonda Buteo buteo)
Local: Gouveia
Organização: Câmara Municipal de Gouveia
21 de Fevereiro, Sábado
Saída de Campo - Observação de aves: "As aves da Cidade"
(cartaz em anexo)
Toda a informação em www.aldeia.org
27 e 28 de Fevereiro e 1 de Março, 6ª feira a Domingo
Workshop Prático de Recuperação de Animais Silvestres, 6ª Edição
Local: Gouveia e Seia (CISE)
(cartaz em anexo)
Toda a informação em www.aldeia.org
Qualquer informação ou esclarecimento adicional contacte-nos através do nº 962714492 ou correio electrónico: cervas.pnse@gmail.com
sexta-feira, janeiro 16, 2009
Arlindo de Carvalho ...
Já se pode armar aos tordos, já se pode armar aos tordos.
Diz-me lá, ó cara linda, diz-me lá, ó cara linda,
Como vais de amores novos, como vais de amores novos.
Refrão
É mentira, é mentira,
É mentira sim, senhor!
Eu nunca pedi um beijo,
Quem mo deu foi meu amor! [Bis]
Ó que lindo chapéu preto
Naquela cabeça vai.
Ó que lindo rapazinho,
Para genro do meu pai.
Refrão
Quem me dera ser colete,
Quem me dera ser botão.
Para andar agarradinha,
Juntinha ao teu coração.
17 de Janeiro - 21h30 - A MOAGEM - Cidade do Engenho e das Artes
Arlindo de Carvalho e Grupo Coral da Soalheira
Arlindo Duarte de Carvalho nasceu em 27 de Abril de 1930, na freguesia de Soalheira, concelho do Fundão. A sua obra abrange estilos de música popular que vão desde o minhoto ao açoriano, com predominância da Beira, incluindo ainda cantigas para crianças e outras de intervenção política, bem como fados de Lisboa e Coimbra e obras para grupos corais.
Estreou-se como cantor a sério em 1966, em Paris. Depois percorreu a Europa cantando em muitas universidades e liceus, em prestigiadas salas de espectáculos e em programas de rádio e televisão em Paris, Hamburgo, Berlim, Munique e outras cidades. Participou, como cantor convidado, nas campanhas de Olf Palme de 1976 e 1979. Isso permitiu-lhe, depois, cantar um pouco por toda a Suécia.
Em Novembro de 1998 fundou o Grupo Coral da Soalheira, actualmente regido por Ema Casteleira, professora do Conservatório de Castelo Branco.
Reconhecido como um dos mais genuínos compositores de música de raiz popular em Portugal, esteve na sua terra natal uma equipa da Tv Japonesa para fazer com Arlindo de Carvalho um filme biográfico.
segunda-feira, janeiro 12, 2009
...névoa da manhã
Ai, se não fosse a névoa da manhã
e a velhinha janela onde me vou
debruçar para ouvir a voz das cousas,
eu não era o que sou.
Se não fosse esta fonte que chorava
e como nós cantava e que secou ...
e este sol que eu comungo, de joelhos,
eu não era o que sou.
Ai, se não fosse este luar que chama
os espectros à Vida, e se infiltrou,
como fluido mágico, em meu ser,
eu não era o que sou.
E se a estrela da tarde não brilhasse;
e se não fosse o vento que embalou
meu coração e as nuvens nos seus braços,
eu não era o que sou.
Ai, se não fosse a noite misteriosa
que meus olhos de sombras povoou
e de vozes sombrias meus ouvidos,
eu não era o que sou.
Sem esta terra funda e fundo rio
que ergue as asas e sobe em claro vôo;
sem estes ermos montes e arvoredos
eu não era o que sou.
( As Sombras )
TEIXEIRA DE PASCOAES
terça-feira, janeiro 06, 2009
35 anos...
Stay (Faraway, So Close!)
Green light, Seven Eleven
You stop in for a pack of cigarettes
You don't smoke, don't even want to
Hey now, check your change
Dressed up like a car crash
Your wheels are turning but you're upside down
You say when he hits you, you don't mind
Because when he hurts you, you feel alive
Hey babe, is that what it is
Red lights, gray morning
You stumble out of a hole in the ground
A vampire or a victim
It depend's on who's around
You used to stay in to watch the adverts
You could lip synch to the talk shows
And if you look, you look through me
And when you talk, you talk at me
And when I touch you, you don't feel a thing
If I could stay...
Then the night would give you up
Stay...and the day would keep its trust
Stay...and the night would be enough
Faraway, so close
Up with the static and the radio
With satelite television
You can go anywhere
Miami, New Orleans
London, Belfast and Berlin
And if you listen I can't call
And if you jump, you just might fall
And if you shout, I'll only hear you
If I could stay...
Then the night would give you up
Stay...then the day would keep its trust
Stay...with the demons you drowned
Stay...with the spirit I found
Stay...and the night would be enough
Three o'clock in the morning
It's quiet and there's no one around
Just the bang and the clatter
As an angel runs to ground
Just the bang
And the clatter
As an angel
Hits the ground
sábado, janeiro 03, 2009
Repost...Porque há coisas que nunca mudam...
New Year's Day
Yeah...
All is quiet on New Year's Day
A world in white gets underway
I want to be with you
Be with you night and day
Nothing changes on New Year's Day
On New Year's Day
I will be with you again
I will be with you again
Under a blood red sky
A crowd has gathered in black and white
Arms entwined, the chosen few
The newspapers says, says
Say it's true it's true...
And we can break through
Though torn in two
We can be one
I...I will begin again
I...I will begin again
Oh...
Maybe the time is right
Oh...maybe tonight...
I will be with you again
I will be with you again
And so we're told this is the golden age
And gold is the reason for the wars we wage
Though I want to be with you
Be with you night and day
Nothing changes
On New Year's Day