terça-feira, junho 20, 2006
segunda-feira, junho 12, 2006
Parque Natural de Cazorla, Segura y Las Villas

El espacio natural protegido más extenso de la Península discurre
íntegramente por la provincia de Jaén. El Parque Natural de Cazorla,
Segura y Las Villas es el hábitat de buitres, águilas, gamos, ciervos
y machos monteses, conocidos por la serie 'El hombre y la tierra'
Huelva informacion
quinta-feira, junho 08, 2006
Pedido de Auxílio

Encontra-se desaparecido desde Domingo (16:30) da aldeia de Vales do Rio este Senhor que vêm na foto. Ele tem manifestado perdas de memória e as buscas feitas pela GNR e outros ainda são inconclusivas. Pelo facto ainda não se pôs de parte a possibilidade de ele estar perdido.
À data do desaparecimento vestia uma camisola de malha fina cinza clara e calças de ganga azuis.
Assim, caso alguém se cruze com ele é favor contactar as autoridades.
Pedia também a quem tem blogs na região que divulgasse este desaparecimento.
O Padrinho - Mafia da Cova
Ovinos Serra da Estrela
"Os ovinos Serra da Estrela compreendem actualmente um numeroso grupo de animais, explorados em pequenos rebanhos, numa vasta zona da cadeia montanhosa que lhe dá o nome, correspondente à bacia hidrográfica do rio Mondego, no seu terço superior. Segundo Borrego (1980) o numero de ovinos Serra da Estrela era de 275.654, verificando-se hoje um acentuado decréscimo, para cerca de 115.000 animais, divididos entre variedade branca (90%) e variedade preta (10%). A raça ovina Serra da Estrela , considerada a de maior aptidão leiteira, de entre as raças ovinas nacionais, tem como seu solar os territórios correspondentes à bacia hidrográfica do rio Mondego, abrangendo os concelhos de: Seia; Gouveia; Celorico da Beira; Guarda; Fornos de Algodres; Manteigas; Oliveira do Hospital; Tábua; Arganil; Mangualde; Nelas; Carregal do Sal; Penalva do Castelo; Tondela e Viseu. Esta zona está praticamente toda incluida na Meseta Ibérica, que se caracteriza por terrenos arcaícos de natureza granítica, mostrando grandes afloramentos destas rochas, e ainda raros afloramentos xistosos (Borrego, 1978).
Foi a primeira raça ovina autóctone a ter Livro Genealógico contando hoje com 13000 animais inscritos no Livro de Adultos, e com cerca de 263 criadores aderentes Participou esta raça na confrontação internacional de raças ovinas leiteiras da bacia mediterrânica, na Feira Internacional de Paris. Desde os anos quarenta, tem sido sujeita a trabalhos de melhoramento, através da execução do contraste leiteiro.
A interrelação entre esta raça e esta vasta região é tão remota quanto indissocíavel, tanto na vertente económica como social. A principal função e objectivo de exploração desta raça é a produção de leite, sendo também apreciável a produção de carne através do borrego de leite ou canastra. Sendo a raça autóctone mais representativa em termos de produção de leite com a principal finalidade na produção de Queijo Serra da Estrela (DOP), também é explorada na vertente produção de carne com o Borrego Serra da Estrela (DOP). Esta raça autóctone é cada vez mais importante na vertente ecónomica e social de uma vasta região, pois ela está intimamente ligada a uma cultura que já perdura há séculos. Em geral o tamanho médio dos rebanhos é de 50 ovelhas, sendo na maior parte dos casos o pastor o dono dos animais, estando assim bem patente toda a tradição pastoril desta região. As razões pelas quais os rebanhos são constituidos por um pequeno número de cabeças são duas: estrutura agrária de pequena exploração com parcelas muito reduzidas, e escassez de mão-de-obra para a elaboração do queijo e condução do rebanho. A ovelha Serra da Estrela tem origens muito remotas, pois estes ovinos evoluiram a partir de formas selvagens (Carneiro das turfeiras - Ovis aries palustris; Muflão Europeu - Ovis musimon; e Muflão Asiático - Ovis aries orientalis) (Frazão, 1989). No entanto, a data e o local de inicio da domesticação continuam ainda em discussão, pois existem diversas teorias. Segundo Sanches Belda et al. (1986), terá havido um único ponto de domesticação situado no Médio Oriente na Zona do Crescente Fértil a partir do Muflão Asiático há 10.000 anos. Depois da domesticação nesta zona do globo e através da migração humana os ovinos passaram para a Ásia Menor, Balcãs, bacia do Danúbio, Europa Central e bacia do Rodano, chegando à Costa do Mediterrâneo no sul de França. Posteriormente terão atravessado os Pirinéus e penetrado na Península Ibérica cerca de 5.000 A.C.. Segundo outros autores outra via possível, seria a que se pensa provável para os Merinos, que terá sido mais lenta do que a anterior, tendo os ovinos chegado à Península Ibérica através do Estreito de Gibraltar, passando pelo Egipto e Norte de África. Frazão (1989), defende que para a etnia mais frequente na Península Ibérica (Bordaleira para os Portugueses, Entrefina para os Espanhois), a domesticação verificou-se na Península Ibérica a partir do Muflão Europeu.
Finalmente pesquisas recentes nas turfeiras da Serra da Estrela, sobre os pólens fósseis com datação através de C14 aos estratos geológicos que correspondem aos últimos 10.000 anos, sugerem a existência de pastoreio há milhares de anos em altitudes dos 1.400 a 1.800 metros. A partir das alterações do pólen recolhido nos estratos, verificou-se uma alteração da flora na variedade e quantidade mais ou menos intensa, sendo esta provocada pelo pastoreio regular ou mesmo sobre-pastoreio. A exactidão da data da chegada dos ovinos domesticados à Península Ibérica fica assim de alguma forma comprometida, pois esse pastoreio talvez tenha existido antes das datas que até então se consideravam prováveis."
in SOCIEDADE PORTUGUESA DE OVINOTECNIA E CAPRINOTECNIA
...e temos algumas "ovelhas negras na Montanha, sem Pastor, tresmalhadas, com pele de cordeiro e possuidoras de um instinto Lupino e apetite voraz por cervunais urbanos "
Dia Mundial dos Oceanos 2006
Três baleias cachalote nadando no Atlântico em área próxima aos Açores.Dia Mundial dos Oceanos 2006
GreenPeace - Em defesa dos nossos Oceanosquarta-feira, junho 07, 2006
Trilho das Fragas

Rotas Pedestres
"Trilho das Fragas", Verdelhos - Vila do Carvalho
Inauguração a 18 de Junho
Com partida em simultâneo desde o Largo da Igreja (Vila do Carvalho) ou desde o Largo do Centro Social (Verdelhos), a caminhada de inauguração oferecerá uma excelente oportunidade de convívio, com muita animação e interacção com a Natureza. O encontro dos caminheiros será no Tiro da Barra e a partilha de farnéis será em Fonte Serra. A inscrição, no valor de 5 fragas dá acesso a almoço e a um brinde surpresa.
Inscrições até 12 de Junho, na Beira Serra, Junta de Freguesia de Vila do Carvalho, Junta de Freguesia de Verdelhos e Amigos de Vila de Mouros(Vila do Carvalho).
Jovens defendem a floresta lá pela aldeola
560 jovens defendem a floresta
Programa de Voluntariado no distrito de C. Branco
O número de jovens envolvidos “duplicou” em relação ao ano passado, quando apenas 287 de oito instituições foram contemplados com o programa
Francisco Cardona
O distrito de Castelo Branco vai ter 560 jovens envolvidos na limpeza das matas e na sensibilização das populações, no âmbito do Programa de Voluntariado Jovem para as Florestas, do Instituto Português da Juventude (IPJ), revelou ao Diário XXI Miguel Nascimento.
O delegado regional do IPJ adiantou que o número de jovens envolvidos “duplicou” em relação ao ano passado, quando apenas 287 de oito instituições foram contemplados com o programa a que se podem candidatar autarquias e associações como entidades promotoras. “Nos cálculos para atribuição de quotas o programa contemplava 510 jovens para este ano mas já este mês negociei um aumento de dez por cento em relação a esse número”, acrescentou Miguel Nascimento.
Segundo aquele responsável, no distrito estão em funcionamento os projectos atribuídos às juntas de freguesia de Vila do Carvalho (Covilhã), Alpedrinha (Fundão) e da Câmara de Castelo Branco, num total de 15 jovens. No entanto, o número de projectos aprovados pelo IPJ em conjunto com o Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) é actualmente de 13 e ao longo do programa os projectos contemplados deverão ultrapassar as duas dezenas”, referiu o delegado regional do IPJ..
ALGUNS PROJECTOS ESPERAM POR JOVENS
Dos 13 projectos aprovados, cinco deveriam ter entrado em funcionamento a 1 de Junho, mas “em dois deles o prazo foi dilatado por dificuldades de recrutamento de jovens que ainda se encontram na escolas”, explicou Miguel Nascimento. “À medida que os jovens estejam disponíveis, os projectos entrarão em funcionamento”, acrescentou Miguel Nascimento.
Os jovens voluntários, que terão de ser maiores de 18 anos, recebem uma bolsa de 12 euros diários, terão um seguro de acidentes pessoais, formação geral e específica, mas não vão participar em acções de combate a incêndios por razões de segurança e operacionalidade, limitando a sua participação à prevenção.
Freguesias abrangidas
No distrito estão aprovados projectos para as freguesias de Castelo Branco, Sarzedas, Santo André das Tojeiras, Alpedrinha, Silvares, Salgueiro do Campo, Cortes do Meio, Almaceda, Vila do Carvalho, Cernache de Bonjardim, Penamcor, Belmonte e Covilhã.
in Diario XXI
segunda-feira, junho 05, 2006
terça-feira, maio 30, 2006
e as "loucuras" mesmo aqui ao lado
Castañeru Montés onde se quier llevantar un Centru de recuperación de la faunaEl Principado quiere convertir el parque de Redes en un museo vivo de la fauna asturiana
El proyecto incluye un acuario, un anfibiario, un hospital de animales, un centro de cría de urogallos, un observatorio de venados y jabalíes y una casa del murciélago
El Principado prevé convertir el parque natural de Redes, en Caso y Sobrescobio, en una gran muestra de la fauna asturiana para atraer el turismo de naturaleza, siguiendo en cierta manera el ejemplo del zoo de Cabárceno, en Cantabria. El futuro parque de la fauna de Redes ya cuenta con el estudio de impacto ambiental, que salió ayer a información pública, y en el que se prevé el desarrollo de una serie de instalaciones para albergar en libertad especies propias de Asturias, así como un hospital para animales heridos y un centro de cría del urogallo.
El proyecto parte con un presupuesto inicial de 3,7 millones, aunque aún no está determinado con exactitud el coste de todas las instalaciones previstas. Está previsto iniciar las obras antes de final de año
Por un lado se favorecerá la visualización de la fauna en su estado salvaje con la potenciación de rutas ya existentes, y por otro la posibilidad de ver animales en distintas instalaciones que se van a repartir por el territorio del parque. De hecho, alguna de ellas estará semienterrada. Éste es un posible itinerario del futuro parque de la fauna.
l Centro de recuperación de la fauna. Se trata de un hospital para animales que tendrá incluso unidad de cuidados intensivos. El centro contará con sala de operaciones, zona para postoperatorios, jaulas de mantenimiento y parcelas exteriores de adaptación para los animales internados en el complejo. El proyecto también contempla un área dedicada a la cría de especies animales que tengan problemas de supervivencia. La iniciativa prevé habilitar una zona de siete mil metros cuadrados. La instalación se ubicará en la zona conocido como Castañeru Montés, un bosque situado entre las localidades de Rioseco y Ladines.
l Centro para la cría del urogallo. Se situará en una zona de difícil acceso ubicada en La Mata. No se permitirá el acceso a los turistas y se intentará que los animales estén lo más aislados posibles De hecho, el proyecto del parque prevé la colocación de grandes jaulas para alojar a los urogallos. Se limitará el acceso rodado a la zona para evitar el ruido de los coches.
l Aviario. Una gran jaula acogerá a las aves, para las que se prevé habilitar un total de 910 metros cuadrados
l Observatorio de venados, corzos y jabalíes En una parcela de 4,2 hectáreas se construirá un cercado en el que se podrá examinar a los animales en libertad. La zona contará con cabañas y cuadras donde los animales podrán resguardarse y comer. La superficie construida, que incluye una zona de miradores, es de 300 metros cuadrados y se prevé urbanizar un total de 2.400 metros cuadrados.
l Acuario. Con una superficie de 90 metros cuadrados construidos el proyecto prevé recrear el ecosistema de los ríos asturianos. En la instalación habrá nutrias, salmones y truchas.
l Anfibiario. Tritones, anfibios de la familia de las salamandras, ranas y sapos se reunirán en un mismo espacio que permitirá a los turistas contemplar las distintas especies asturianas.
l Reptilario En el parque de la fauna diseñado por la Consejería de Medio Ambiente se podrán ver las especies habituales de los montes y ríos de la región. En este caso se prevé habilitar un edificio que acogerá serpientes, lagartos y lagartijas habituales en el parque natural de Redes.
l La casa del murciélago. Una de las instalaciones más espectacularesserá la dedicada a los murciélagos, que se podrán observar en un edificio especialmente diseñado para albergar a esta especie.
Oviedo, María ALONSO / Pablo CASTAÑO
www.lne.es y en www.asturnews.com
Habitats Naturais e Seminaturais

Debate "Habitats Naturais e Seminaturais, Como integrar a conservação da Natureza com actividades humanas?"
Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Data: 30 Maio 2006 16:30 h. Edificio C2, anfiteatro 2.2.15.
Convidados: Ernestino Maravalhas (TAGIS) Henrique Pereira dos Santos (ICN) Eng. Carlos Rio arvalho (ERENA)
O debate irá abordar a temática da conservação de habitats e favorecimento da biodiversidade ao mesmo tempo que se preservam os usos e costumes da população, que se quer com um bom nível de vida. Um caso de estudo de conflito é apresentado (borboleta Maculinea alcon).
segunda-feira, maio 22, 2006
Promotores turísticos vão financiar conservação de espécies

Agora é que é a sério???!!!
Será que aqui na Montanha também ???
Os promotores turísticos vão financiar acções de conservação da natureza. Os primeiros a contribuir para a protecção de espécies naturais serão os empreendimentos do Litoral Alentejano mas a ideia deverá estender-se a outros locais. Esta é uma das cinco medidas definidas por Portugal para aderir ao Countdown 2010, um acordo internacional que visa proteger espécies e habitats ameaçados.
Em dia Internacional da Biodiversidade, o Governo compromete-se, assim, a dar seguimento a outros acordos já assinados e inverter, através de medidas concretas, a tendência de destruição das espécies.
Estas parcerias público-privadas serão estabelecidas entre o Instituto de Conservação da Natureza (ICN) e os promotores, adiantou ao DN o presidente do ICN, João Menezes. Um dos primeiros casos será em Tróia, com a Sonae a investir na protecção dos roazes do Estuário do Sado. Mas outros empresários poderão ajudar a proteger habitats na Rede Natura.
O estabelecimento de protocolos entre o ICN e outros parceiros vai ao encontro do que João Menezes tem defendido como forma de financiamento destes projectos. A responsabilidade de proteger espécies e habitats é uma responsabilidade que não cabe só ao Estado e deve ser partilhada pela sociedade civil, considera.
O compromisso Countdown - já assinado por vários países europeus e que leva hoje a assinatura do ministro do Ambiente - é uma tentativa de ir mais além dos objectivos genéricos da Cimeira de Joanesburgo.
Portugal apresenta um pacote de cinco medidas. Para além das parcerias com privados, o ICN vai ajudar as autarquias a fazerem a integração das regras de conservação da natureza nos seus planos de ordenamento municipal. Ou seja, o plano sectorial da Rede Natura, agora em fase de discussão pública, prevê que as autarquias façam um levantamento rigoroso das espécies e habitats que se encontram no seu território. A cartografia que consta no plano sectorial está numa escala alargada que agora é preciso pormenorizar, para as regras ditadas pelo plano passarem a ser vinculativas para os particulares. A falta de meios para fazer este levantamento tem sido referida pelos autarcas, que contam agora com o apoio do ICN. Esta tarefa exaustiva de cadastrar os valores naturais é longa e deve prolongar-se por cinco anos.
O compromisso português inclui ainda uma articulação com Espanha na gestão do parque transfronteiriço do Tejo Internacional. Este trabalho conjunto surge à luz da convenção Luso-Espanhola e visa a coerência de gestão dos valores naturais.
O ICN vai criar também a marca "Parques de Portugal", associada às áreas protegidas - é uma forma de criar valor económico na natureza e promover a visibilidade social do património natural. Nos portais do ICN e do Ministério do Ambiente passará também a constar, a partir de hoje, o logótipo do Countdown 2010.
in DN Online / Rita Carvalho
sexta-feira, maio 19, 2006
Dias Verdes

Os Dias Verdes são dedicados a mostrar e a dar a conhecer a Rede Natura 2000: - Os valores naturais incluídos nesta rede ecológica europeia;
- Os espaços classificados e protegidos para a conservação dos habitats e das espécies da fauna e flora selvagens;
- As implicações da existência de legislação que condiciona actividades;
- A distribuição europeia de valores naturais e as medidas para a sua conservação.
quarta-feira, maio 17, 2006
Olhão acolhe feira inédita sobre ambiente

A primeira Feira Nacional de Parques Naturais e Ambiente vai reunir em Olhão, todos os parques portugueses, parques espanhóis, franceses e empresas ligadas ao sector. Um projecto inédito que pretende fazer de Olhão uma plataforma nacional para apresentação de projectos na área do ambiente.(...)
in Observatório do Algarve
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